Uma vez mais, em musica me deito...
Nela acho a paz,
palavras que ficaram por dizer,
acho pedaços de mim...
As palavras que nunca te direi...
E são quase doze anos que passam desde que partiste...
Ainda hoje te choro...
Ainda hoje te amo...
Ainda hoje tento sentir qualquer coisa,
que se pareça ao que me deste...
Impossível será igualar...
Tento e continuo a tentar...
Apaixono-me tantas e tantas vezes...
E em todas elas resta-me o vazio...
É tudo o que fica, este avassalador sentimento de vazio,
estas lágrimas que teimam em não secar, estes anos que não me roubam a tua ausência...
Preciso de sentir, nem que seja revolta!
Preciso de saber que estou viva! Preciso de ti...
E hoje tenho a certeza, que sempre e para sempre, serei tua...
Paulinho... Minha águia selvagem, em que céus te perdes tu?
Olha por mim... Só tu podes olhar por mim....
Um beijo terno e eterno...
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