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14 dezembro, 2010

Contradictions Du Cœur



Sonho acordada com dias longínquos… Perco-me neles e nesta distância que não me permite a tua companhia…
Sorrio na minha avenida da memória, como tanto me apraz chamar às recordações que dentro de mim habitam e lá te reencontro.
Revoltada por tanto te querer que seria capaz de te esquecer simplesmente para novamente encontrar paz entre as sombras que não me deixam dormir...
Queria desprender-me da vida e em lágrimas me deito…
Nestes dias, chorar é tão apaziguador…
Acalma-me a alma saber que te trago aqui…
Acalma-me saber-me viva…
Seria capaz de te esquecer, pudesse eu…
Pudesse eu simplesmente escolher…
De que me vale esta impressão que gravaste em mim sem eu ter pedido, sem que sequer alguma vez eu a tenha pretendido?
Entre arrufos e amassos, o destino que nos separa é o mesmo que fez levares-me a ti…
E eu que me tinha resignado, que simplesmente tinha aprendido a viver sem ti…
Como te atreves a regressar assim? Como te atreves a regressar a mim e a despoletar novamente todas estas emoções que são maiores que eu?
Como posso eu continuar no mundo perfeito que tinha criado, quando arruinaste tudo isso?
O teu silêncio arrasa esta alma que vagueia durante madrugadas na areia da praia
Contando as vagas, esperando que com elas vá este ardor...
Esta alma que mais não sabe novas tuas e não se decidide a queres saber.
Junto aqui palavras que te pertencem sem que nunca as leias…
Junto aqui pedaços de mim e aqui me dispo…
Dispo-me ao relento, esperando que a bruma do mar me lave a alma…
Oh alma vadia a minha que não mais se ancora em outro coração!
Fizeste-me tua e embora não o digas eu sei que o sabes…
(Nunca tiveste jeito para disfarçar muito bem…)
Procuro abrigo junto do meu mar… Aqui é-me permitido sentir fragilidade…

07 dezembro, 2010

Fin du poème d'amour qui a été écrit avec des larmes...


Perco-me em mais uma noite, qual fantasma vivendo memorias terrenas,
Que me prendem a esta terra com correntes de ferro pesadas e frias…
No meu castelo onde estas muralhas de mar me permitem sentir,
Onde a emoção que me dilacera a alma, tem uma dor tão doce…
Aqui jazem os teus sorrisos, os teus abraços, o teu olhar
Que sempre quero guardar em memoria interminável…
Aqui, a bruma matinal junta-se com a lágrima salgada que saboreio em meus lábios.
Aqui, o tempo permite que me entregue docemente a recordações que me isolam
Que não mais me deixam sentir o mundo de outra forma que de meus olhos derramam águas cristalinas…
E nas calçadas velhas e gastas que tenho por companhia, onde a lua é minha guardiã
Procuro sem achar, não querendo achar nada mais que meu coração…
Onde voa esse coração teimoso ao qual insisto em cortar as asas?
Voa em rumo a um destino que só me é permitido sonhar, voa sobre as aguas iluminadas de um rio que viu reis e rainhas, voa docemente por baixo das pontes iluminadas e perde-se entre ruas onde gigantes de pedra contam histórias de amor e de guerra antigas…
Abrigo em mim luzes da cidade onde vives e onde em silêncio te espio docemente…
Abrigo- me por baixo do gigante de ferro que viu os nossos sorrisos num dia cinzento…
Cubro-te de doces sorrisos á chegada, escondendo a manta de lágrimas que me acompanha em tua ausência…
Grito no silêncio da noite, gritos que me consomem com tal fervor que me desprendem da vida por breves momentos onde me prendo apenas para te achar novamente…
Entre os gigantes de pedra torno-me em sombra da tua sombra, com medo de esquecer tempos passados onde tua mão encontrava a minha… Onde encontrava em ti meu abrigo…
Aqui, neste castelo de mar, aprendo como passar as horas entre reencontros fugindo de terras distantes, aqui onde a lua me espia e me abriga, onde as ondas escutam minhas confidencias…
Aqui, onde sei que o céu que me cobre, é o mesmo que te dá bom dia e vela por teus sonhos…
Grito até ficar sem voz o quanto te trago gravado no peito e quanto me dói tua ausência, tendo por companhia palavras que em musicas inimagináveis se tornam…
Deambulo por entre calçadas onde as luzes da rua, as sombras e o silêncio me acompanham tentando reencontrar-te na minha avenida da memoria…
No apaziguador silêncio da noite a força do mar que rebenta contra a barra torna-se no bater do meu coração, enche-me de vida que não mais queria sentir não sabendo se te veria sorrir e dançar novamente…
Aqui, onde os dias carregam céus cinzentos em coração cheio, aguardo no tempo, o tempo de simplesmente existir sem ti…

06 dezembro, 2010

Ne Me Quitte Pas...

E em música me deito.

05 dezembro, 2010

I Am Not Afraid!!!

Ando de todo...
A tentar esquecer certas coisas... Como dizia Dickens, "Existem cordas no coração q mais valia não as fazer vibrar"... Porra!!! Ás vezes sinto q a vida è terrivelmente injusta! Ainda existe no meu futuro tanta coisa q n sei desvendar... Apetecia-me fugir daqui, deste mundo literalmente! Não q esteja infeliz ou descontente com a minha vida,ou com o q me rodeia, mas sinto-me incompleta... Pior é saber q metade de mim está ali... E nada há a fazer... Esta semana tem-me custado a passar, n há ainda dia, q não me tenha caído 1 lágrima à conta deste misto de emoções... Foda-se!
Apetece-me GRITAR!
Mas ao invés disso, embrenho-me no trabalho q vai ser mais q muito esta semana, com as obras no bar. Entrego-me ás caminhadas e á dieta, encho a minha cabeça com musicas, palavras, sons q me façam esquecer 1 pouco dele... Mas ainda é tão recente...
Eu n escolhi assim...
Queria escrever tudo, deitar tudo para fora. Quem sabe assim, n me seria mais fácil de seguir, mais leve...
Bem, depreendo q a vida ainda tem umas quantas coisas a ensinar-me, ou n estaria a por-me tal prova. Gosto de pensar q é isso. Gosto de pensar, q tal como Robin Stone, vou ter o meu final feliz...
Até lá, deixei de tentar q dê certo com as pessoas erradas.
Estou como Ayo... Sem medo!

04 dezembro, 2010

Nostalgia...

E em segredo vou revendo as minhas fotos... Deixo escapar lágrimas que São ao mesmo tempo de felicidade e tristeza... Estou assim... perdida em doces recordações e imagens que não quero esquecer. Ainda ouço o riso, ainda sinto os cheiros... Ainda sinto estas imagens...

01 dezembro, 2010

what about... Paris?

E foi assim... Paris é de facto 1 lindíssimo sítio a ser visitado e tinha de ser com alguém especial... A vida tem caminhos estranhos e não sei que estranhos caminhos me reserva o futuro mas sei que certas pessoas São especiais. Tu tocaste-me e n sei explicar porque, quando ou como tudo começou. Se bem que na verdade nada começou... Parece que já passaram mil anos desde que nos conhecemos... Mas de verdade o tempo parece-me injusto... Tudo se resume a desencontros...
Adoro-te gajo! Obrigado por estes dias especiais...

Fica a memória!

26 setembro, 2010

tenho 1brinquedo novo e n consigo escrever aqui com ele! raios de HTC!!!!

31 agosto, 2010

Já nem se pode Dormir em Paz...




Isto Hoje anda assim... ! 1 verdadeiro perigo! Deve ser por as vezes q fico sem cá vir escrever! Ahahahaha!!!!
(era bom demais pr depois me esquecer! :)

A Viagem...

Estou de baixa até dia 14 de Setembro... E a parte mais gira é q estou sem net em casa (Boring!!!)

Aproveito e preparo os novos posts por casa... Como a viagem a França :)
Aproveito e junto algumas fotos!!! Eh Eh Eh!!!
Foi cansativo, no meu estado presente n foi facil, só me apetecia explodir! Os nervos andam tão á flor da pele q isto n está fácil e ainda por cima a viagem de 18 horas pr cada lado esgotou a réstia de paciência... :( Mas verdade seja dita, valeu a pena!
Fui até Les Mées, pertinho dos Alpes, Aliás, acho q aquilo já é o inicio deles mesmo. Passei por os Pirenéus e na volta fiz paragem em Burgos (Espanha).
Se voltava a repetir? Epah, se calhar n... Mas agora só me resta aguentar! Mas da próxima vez, q se lixe! Fico em casa a dormir q bem preciso.
Deixo por agora 1 das musicas q me fez companhia, certamente 1 das minhas favoritas.

26 agosto, 2010

Despir-me ao relento…

É assim q começo esta nova etapa, uma tentativa de ter 1 espaço só meu, perdido aqui, entre toda a informação, entre todas as palavras, entre o real e o virtual.
Quero poder despir-me ao relento, sentir q a minha alma é livre e q apenas alguns, aqueles q eu permitir, sabem esta minha morada. Estou cansada de olhares curiosos, cansada de pessoas julgadoras da verdade, cansada da verdade em si e cansada de meias palavras… Na verdade, estes dias ando cansada de tudo e a sentir falta de certas coisas q me trazem conforto; escrever é 1 delas…
Dai q nunca é tarde para voltar a começar e pouco a pouco as palavras vão fluindo por entre as teclas conjugando-se em frases q de certa forma me despem, q trazem em si apenas o q querem dizer e n segundos sentidos. Onde n quero esconder nas palavras as emoções, as preocupações, n quero deixar os meios sentidos nas linhas onde só eu sei onde estão os sentidos… Quero ser como sou no mundo lá fora, onde me limito a rodear-me dos meus, a ser eu própria e a dizer o q sinto e penso, onde n julgo os outros, onde os meus amigos n me julgam…